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Destaques

Quem somos

Tecnologia e Segurança da Informação

A segurança da informação, a inovação e a tecnologia sempre foram prioridades estratégicas para nós. Nos últimos anos, direcionamos importantes investimentos nessa área e intensificamos nosso processo de transformação digital.

A implementação de novas tecnologias e plataformas, alinhadas às tendências mais modernas dos mercados nacional e internacional, trouxe mais agilidade e eficácia no dia a dia dos profissionais, além de assegurar uma estrutura robusta que garante a proteção de dados e informações sigilosas dos clientes.

Com o início da pandemia, em 2020, ocorreu uma mudança importante no modo de trabalhar, que se tornou mais digital e virtual, e as empresas que investiram em tecnologia de maneira estratégica ao longo dos anos colheram os benefícios desta decisão. Esse foi o nosso caso. Estávamos preparados para viabilizar, rapidamente, uma plataforma de trabalho remoto robusta que permitiu aos seus profissionais acessar os computadores e documentos direto de suas casas, garantindo a continuidade do atendimento aos clientes e a segurança das informações.

Em 2022, adotamos o modelo híbrido de trabalho, que une o melhor do presencial à comodidade do remoto. Para que isso fosse possível, toda a estrutura tecnológica do escritório segue sendo constantemente aprimorada a fim de gerar a melhor experiência para profissionais e clientes.

Estamos atentos às demandas do presente e do futuro, e seguimos antecipando tendências para inovar e impulsionar transformações no setor jurídico.

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Seus Direitos

Dívida Ativa

Empresas podem ter sérios problemas com o Estado (Fisco), seja pelo desconhecimento de regras tributárias, seja pelo descumprimento de obrigações tributárias ativas (pagar tributos) e passivas (apresentar declarações, manter livros, emitir nota etc). Além das empresas, as pessoas físicas também possuem obrigações tributárias, ativas e passivas, as quais, uma vez descumpridas, também podem gerar grandes problemas.

É necessário, pois, conhecer todas essas obrigações, fim de minimizar ao máximo problemas administrativos e judiciais, envolvendo, direta ou indiretamente, as relações tributárias. O descumprimento desses deveres pode gerar pesadas multas, além da obrigação de pagar os tributos acrescidos de juros e atualização monetária.

O Estado (Fisco), diante do que ele entende ser uma infração à legislação tributária, instaura um processo tributário administrativo, com o objetivo de apurar a suposta infração e permitir que o contribuinte se defenda. Uma vez aplicadas as penalidades determinadas pelo Fisco, o contribuinte tem o direito de apresentar recurso administrativo contra a decisão, o qual será julgado por um órgão administrativo específico, a depender do Ente Federado ? União, Estado ou Município.

No Brasil, os principais órgãos julgadores são os conselhos de contribuintes (municipais e estaduais) e o CARF (federal). Em linhas gerais, todos são órgãos de deliberação coletiva do Poder Executivo, com participação paritária de servidores públicos e representantes das classes produtoras, e com a competência para apreciar e julgar recursos administrativos interpostos pelos contribuintes, os quais versem sobre matéria relativa a exigências tributárias.

Exaurida essa via administrativa e, se ainda sim, o contribuinte sair perdedor, o Fisco poderá tomar medidas, inclusive judiciais (execução fiscal), para a satisfação do crédito tributário. O ideal é evitar que a situação chegue a esse ponto. Para tanto, é importante buscar a ajuda de um profissional qualificado em Direito Tributário, a fim de minorar os riscos de penalização por órgãos fiscalizadores, por meio da defesa de interesses de forma passiva, isto é, via defesa junto ao Poder Judiciário, ou de forma ativa, por meio do ajuizamento de ação judicial.

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Área de atuação

DIREITO TRIBUTÁRIO

O Direito Tributário é o conjunto de regras jurídicas que dispõem sobre como serão cobrados dos contribuintes ? pessoas físicas e pessoas jurídicas ? tributos e outras obrigações a eles relacionadas, com o objetivo de criar receita para o Estado (Fisco). Baseia-se na Constituição Federal e no Código Tributário Brasileiro (CTB), cujas regras determinam quais tributos existem, como eles são calculados e as penalizações em caso de não pagamento.

Contribuintes podem ser alvo de questionamento do Fisco com respeito a diversos temas e obrigações tributárias (ativas e passivas), sobre os quais se discute, quando necessário, judicialmente, se houve ou não desrespeito a deveres. Assim, processos administrativos e judiciais envolvendo questões fiscais podem envolver temas como:

  • Tributos não pagos.
  • Tributos pagos a menor.
  • Descumprimento de obrigações acessórias, como a não apresentação de declaração de ajuste ou apresentação fora do prazo.
  • Tributos sonegados.
  • Crimes tributários, como contrabando e descaminho.
  • Anistia.
  • Outros

Entretanto, muitas vezes o Fisco cobra ou autua o cidadão e a empresa sem que esses tenham cometido qualquer erro ou infração. Assim, será necessário procurar a assessoria de profissionais qualificados, inclusive na seara jurídica, para que possa se defender administrativa ou judicialmente, ou ajuizar ação visando sanar abusos e ilegalidades praticadas pelo Fisco. O ideal é contar com uma boa assessoria, visando prevenção e cumprimento da legislação tributária.

Ainda tem dúvidas sobre o assunto?

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Responsabilidade Social

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